Na noite do último sábado (25), após oito anos em hiatus, a banda Restart retornou à Curitiba com sua turnê de despedida e entregou aos fãs um show inesquecível. O show da turnê “Pra Você Lembrar”, nome de uma música lançada há 13 anos atrás, teve os ingressos esgotados e reuniu cerca de 5 mil pessoas na Live Curitiba.

Imagem: Maria Eduarda Amatti Santos

  Em uma hora e meia de show, os fãs não pouparam a voz e a emoção para cantar os maiores hits da banda. Os singles “Levo Comigo”, “Menina estranha”, “Minha estrela” e “Recomeçar” eram os mais aguardados pelo público. O show teve uma seleção musical bem distribuída, intercalando músicas animadas e acústicas, mantendo o público envolvido a todo tempo.

  Destaque para o momento marcante, onde como antigamente, chamaram uma fã ao palco para cantar a música “Esse Amor em Mim”.

  A banda, que se demonstrou bastante animada em se apresentar na capital paranaense, elogiou o público inúmeras vezes. “Como eu sempre disse, Curitiba é a segunda casa da Restart”, disse o vocalista Pe Lanza em uma pausa entre as músicas.

  A apresentação da banda foi marcada por cores vibrantes, refletindo a identidade visual característica. Em sentimento de nostalgia, o figurino e a estética colorida também foram adotados pelos fãs.

Imagem: Maria Eduarda Amatti Santos

  A produção contou com uma grande estrutura de palco, telões, luzes e fumaças. Antes da banda subir no palco, um DJ animou o público tocando algumas músicas marcantes e nostálgicas dos anos 2000-2010.

  A banda formada em 2009 por Pe Lanza, Pe Lu, Koba e Thomas inicialmente ficou popular na internet, por meio do MySpace e Youtube. Em novembro do mesmo ano, lançaram seu primeiro disco, intitulado “Restart”, que contava com apenas dois singles “Recomeçar” e “Levo Comigo” que levou os 4 garotos ao sucesso nacional. Ao longo da carreira, venderam mais de meio milhão de discos, ganharam 23 prêmios e realizaram mais de mil shows, sendo assistidos por mais de 4 milhões de pessoas e arrastando uma multidão de fãs.

E aí, fã? Deu para matar a saudade?

Por Maria Eduarda Amatti Santos

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